Calculadora de Cutting
Cutting é um déficit com uma exigência a mais: perder gordura sem entregar o músculo que você levou meses construindo. Na prática isso significa proteína na ponta alta da faixa e um ritmo que não seja ganancioso.
As equações têm coeficientes diferentes para cada um.
Conte a semana inteira, não só os dias de treino. Superestimar aqui é o erro mais comum.
O melhor equilíbrio para a maioria
Para estimar quanto tempo leva.
Preencha idade, peso e altura para ver o plano.
Como calculamos
Mesmo motor da calculadora de déficit, com a proteína fixada em 2,4 g por quilo — a ponta alta da faixa recomendada para preservação de massa magra durante restrição calórica. A gordura fica em 0,8 g/kg e o carboidrato preenche o restante.
Referências
- Mifflin MD, St Jeor ST et al. — A new predictive equation for resting energy expenditure in healthy individuals (Am J Clin Nutr, 1990)
- Helms ER, Aragon AA, Fitschen PJ — Evidence-based recommendations for natural bodybuilding contest preparation: nutrition and supplementation (J Int Soc Sports Nutr, 2014)
- Morton RW et al. — A systematic review, meta-analysis and meta-regression of the effect of protein supplementation on resistance training-induced gains in muscle mass and strength (Br J Sports Med, 2018)
Perguntas frequentes
Quanto tempo deve durar um cutting?
O tempo que o ritmo escolhido exigir para chegar ao alvo — normalmente de 8 a 16 semanas. Cortes muito longos desgastam a aderência e derrubam o desempenho no treino. Se a projeção passar bem disso, vale fazer uma pausa em manutenção no meio do caminho.
Perco força durante o cutting?
Um pouco, e é esperado. O que dá para evitar é perder músculo: manter a intensidade do treino de força, não reduzir a carga por conta do déficit e sustentar a proteína alta são os três fatores que mais importam. Volume de treino pode cair; carga, não.
Preciso fazer cardio?
Não é obrigatório. Cardio é uma forma de aumentar o gasto, e cortar comida é outra. Usar as duas em conjunto costuma ser mais sustentável do que empurrar o déficit inteiro pela dieta, mas o resultado depende do balanço total, não da esteira em si.
O resultado é uma estimativa a partir de equações populacionais e serve como ponto de partida, não como diagnóstico. Para condução clínica, procure um médico ou nutricionista.
